Por: Blog do Torcedor
A punição veio em decorrência da garrafada em radialista baiano
O Náutico foi punido com a perda de 1 (um) mando de campo e multa de R$ 10 mil, em julgamento na quarta comissão disciplinar do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), na tarde desta sexta-feira, por infração ao Art. 213 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) — "deixar de tomar providências capazes de prevenir desordens em sua praça de desporto" —, na partida contra o Vitória, pela Série A. O lance que gerou a punição foi a garrafada que o radialista baiano Wilson Luiz levou na cabeça após a partida.
Assim, o Náutico terá de jogar uma partida num raio de 100 km de distância do Recife. O Estádio Luiz Lacerda, de Caruaru, é o provável local onde o Timbu vai atuar.
Não ficou claro se a partida em que a punição deve ser aplicada será logo a próxima em casa, contra o Corinthians, na quarta-feira que vem. O provável, no entanto, é que seja realmente esta.
Assim, o Náutico terá de jogar uma partida num raio de 100 km de distância do Recife. O Estádio Luiz Lacerda, de Caruaru, é o provável local onde o Timbu vai atuar.
Não ficou claro se a partida em que a punição deve ser aplicada será logo a próxima em casa, contra o Corinthians, na quarta-feira que vem. O provável, no entanto, é que seja realmente esta.
A defesa do Náutico, feita pelo vice-presidente jurídico do clube, o advogado Ivan Rocha, argumentou que: a) O arremesso não aconteceu durante o jogo, mas 40 minutos após a partida; b) O torcedor pegou a garrafa de vidro em um bar fora do estádio, após a partida, e voltou para arremessar a garrafa; c) O Náutico não vende garrafas de bebidas nos Aflitos; d) O infrator fugiu no dia da partida, mas uma semana depois foi o infrator foi preso após denúncia de outro torcedor do Náutico, ou seja, todas as medidas cabíveis foram tomadas.
A defesa sensibilizou o auditor-relator, Washington Oliveira, mas não os auditores Paulo Bracks, Rodrigo Fux e o presidente em exercício da quarta comissão, Rodrigo Teixeira. Por 3 (três) votos a 1 (um), os auditores entenderam que o Náutico não tomou as medidas corretas para prevenir a violência e que a repressão deveria ter sido imediata — o infrator só foi preso uma semana depois.
A defesa sensibilizou o auditor-relator, Washington Oliveira, mas não os auditores Paulo Bracks, Rodrigo Fux e o presidente em exercício da quarta comissão, Rodrigo Teixeira. Por 3 (três) votos a 1 (um), os auditores entenderam que o Náutico não tomou as medidas corretas para prevenir a violência e que a repressão deveria ter sido imediata — o infrator só foi preso uma semana depois.





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